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Como tirar sua empresa do vermelho!

Se a empresa está no vermelho, presumidamente o negócio não está dando LUCRO (leia mais)...

Brasil será 7a economia em 2011

A presidente eleita, Dilma Rousseff, vai governar a sétima maior economia mundial (leia mais)...

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segunda-feira, 21 de março de 2011

Minha empresa pode receber financiamento do BNDES?

Micro, Pequena e Média Empresa
O BNDES tem como uma de suas prioridades apoiar as micro, pequenas e médias empresas e os trabalhadores autônomos de todo o país, pelo seu importante papel na criação de empregos e geração de renda. Por isso, o Banco oferece a você opções de financiamento com melhores condições de custos, prazos e níveis de participação, destinadas a facilitar o seu acesso ao crédito.

Para efeitos de concessão de financiamento, são consideradas MPMEs as empresas cuja receita operacional bruta anual ou anualizada seja inferior ou igual a R$ 90 milhões. 


Porte de empresa
A classificação de porte de empresa adotada pelo BNDES e aplicável a todos os setores está resumida no quadro abaixo:
   
Receita operacional bruta anual:
Microempresa:  Menor ou igual a R$ 2,4 milhões
Pequena empresa: Maior que R$ 2,4 milhões e menor ou igual a R$ 16 milhões
Média empresa: Maior que R$ 16 milhões e menor ou igual a R$ 90 milhões
Média-grande empresa: Maior que R$ 90 milhões e menor ou igual a R$ 300 milhões

Entre em contato com nossos consultores para solicitar uma avaliação sem compromisso da situação em que sua empresa se encontra nesse panorama.

Leia mais informações sobre a classificação do porte das empresas. Confira, também, a caracterização das pessoas jurídicas beneficiárias do BNDES.
Micro, Pequena e Média Empresa - MPME

Abaixo estão listados diversos tipos de projeto que o BNDES apoia atualmente. Clique na descrição em que melhor se enquadra o seu projeto para ver a lista de opções de apoio financeiro disponíveis para você.

Investimentos em implantação, ampliação e modernização 
(Projetos de investimentos e capital de giro associado )
    * BNDES Automático  - financiamento, de até R$ 10 milhões, a projetos de implantação, expansão e modernização de empreendimentos, em qualquer setor de atuação.

    * BNDES Finem  - financiamento, superior a R$ 10 milhões, a projetos de implantação, expansão e modernização de empreendimentos, em qualquer setor de atuação.

    * BNDES Construção Civil - apoio ao aumento da qualidade das empresas de construção civil e à ampliação da capacidade produtiva dos fabricantes de sistemas construtivos industrializados destinados à Habitação. 

    * BNDES Profarma Produção - apoia investimentos de empresas do Complexo Industrial da Saúde. 

    * BNDES Proplástico - Produção e Modernização -  apoio ao aumento da produção de transformados plásticos, embalagens, equipamentos e moldes para o segmento, além da reciclagem no país.

    * BNDES Prosoft Empresa - apoia realização de investimentos e planos de negócios de empresas produtoras de softwares e fornecedoras de serviços de TI.

    * BNDES Pró-Aeronáutica - apoia investimentos de empresas integrantes da cadeia produtiva da indústria aeronáutica brasileira.

    * PROTVD Conteúdo - apoia investimentos para a produção digital de obras de audiovisual para TV pelas emissoras e produtoras independentes, de modo a aumentar a participação do conteúdo nacional na grade de programação das emissoras.

    * PROTVD Fornecedor - apoia investimentos de empresas produtoras de software, componentes eletrônicos, equipamentos e infraestrutura para a rede de transmissão, equipamentos de recepção e equipamentos para produção de conteúdo relacionadas ao SBTVD-T.

    * PROTVD Radiodifusão - apoia investimentos de empresas de radiodifusão (geradoras, transmissoras e retransmissoras) relacionadas à implementação do SBTVD-T, e ao período de transição.

plus Projetos de investimentos em inovação

    * Apoio a projetos de inovação, destinado a diversos setores da economia.

Projetos de investimentos agropecuários
    * Financiamento para aquisição isolada de máquinas e equipamentos agrícolas e para projetos de investimento no setor agropecuário. 

Bens de capital
(Aquisição e modernização de máquinas e equipamentos nacionais )
    * BNDES PSI - Bens de Capital - apoia a produção e a aquisição de máquinas e equipamentos novos de forma isolada ou de forma associada a projeto de investimento, em condições especiais.
    * BNDES Finame - financia a aquisição de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional, credenciados no BNDES, sem limite de valor.

    * BNDES Finame Agrícola - financia a aquisição de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional, credenciados no BNDES e destinadas ao setor agropecuário.

    * BNDES Finame-Moderniza BK - financia a modernização de máquinas e equipamentos instalados no país. 

    * BNDES Procaminhoneiro - financia a aquisição de caminhões, chassis, caminhões-tratores, carretas, cavalos-mecânicos, reboques, semi-reboques, aí incluídos os tipo dolly, tanques e afins e carrocerias para caminhões, novos e usados, de fabricação nacional, bem como de sistemas de rastreamento novos e de seguro de bem financiado, para micro-empresas atuantes no segmento de transporte rodoviário de carga.

    * BNDES Proplástico - Renovação de Bens de Capital - apoio à modernização e renovação do parque industrial de transformados plásticos por meio do financiamento à aquisição de máquinas e equipamentos novos nacionais para substituição de bens de capital usados.

    * BNDES Prosoft - Comercialização - financia a aquisição, no mercado interno, de softwares e serviços correlatos desenvolvidos no Brasil.

Operações de leasing
    * BNDES Finame Leasing - financia sociedades arrendadoras, sem limite de valor, para a aquisição de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional, credenciados pelo BNDES, para operações de arrendamento mercantil.

Fabricação de equipamentos e sistemas
    * BNDES Finame - financia a produção de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional, credenciados no BNDES, sem limite de valor;

    * BNDES Finame Componentes - financia a aquisição de peças, partes e componentes de fabricação nacional, para incorporação em máquinas e equipamentos em fase de produção.

Importação de equipamentos
    * Apoio à Importação de Máquinas e Equipamentos, sem similar nacional.
      
Bens de produção e serviços 
(Aquisição de bens de produção, insumos e serviços)
    * Cartão BNDES - Crédito rotativo, pré-aprovado, de até R$ 1 milhão, para aquisição de produtos, insumos e serviços credenciados no Portal de Operações do Cartão BNDES.

Comercialização de bens
    * PROTVD Consumidor - apoio à comercialização do conversor que permitirá transformar o sinal digital, para recepção nos atuais televisores, sejam eles com cinescópio, de plasma ou LCD.

Capital de giro isolado
    * BNDES Progeren - financia capital de giro para empresas do setor industrial com Receita Operacional Bruta (ROB) até R$ 90 milhões;

    * PASS - financiamento à estocagem de álcool etílico combustível pelas empresas do setor sucroalcooleiro.

Exportação e inserção internacional
(Produção de bens e serviços para exportação)

    * BNDES PSI - Exportação Pré-embarque - financiamento à produção de bens de capital destinados à exportação, em condições especiais.

    * BNDES Exim Pré-embarque - financiamento à produção nacional de bens e serviços a serem exportados;

    * BNDES Exim Pré-embarque Ágil - financiamento à produção nacional de bens a serem exportados, associado a um Compromisso de Exportação;

    * BNDES Exim Pré-embarque Automóveis - financiamento, na fase pré-embarque, à produção destinada à exportação de automóveis de passeio;

    * BNDES Exim Pré-embarque Empresa-Âncora - financiamento à produção nacional de bens fabricados por micro, pequenas e médias empresas a serem exportados através de empresa exportadora (Empresa-Âncora);

    * BNDES Exim Pré-embarque Especial - financiamento à produção nacional de bens a serem exportados, vinculado ao incremento das exportações totais da empresa;

    * BNDES Profarma - Exportação - financiamento à produção de bens nacionais inseridos no complexo industrial da saúde, a serem exportados;

    * BNDES Prosoft - Exportação - financiamento para o desenvolvimento de software e serviços de TI (Tecnologia da Informação) nacionais a serem exportados.

Comercialização no exterior
    * BNDES Exim Pós-embarque - apoio à comercialização de bens e serviços nacionais no exterior, através da modalidade supplier's credit  (refinanciamento ao exportador) ou através da modalidade buyer's credit (financiamento direto ao importador).

    * BNDES Profarma - Exportação - apoio  à comercialização, no exterior, de máquinas e aparelhos nacionais dos setores médico-hospitalar e odontológico, bem como os serviços associados, na modalidade supplier's credit.  

    * BNDES Prosoft - Exportação - apoio à comercialização, no exterior, de software e serviços de TI (Tecnologia da Informação) nacionais, na modalidade supplier's credit.

Inserção internacional
    * Internacionalização de empresas - apoio, em valor superior a R$ 10 milhões, à inserção e o fortalecimento de empresas de capital nacional no mercado internacional, através do apoio a investimentos ou projetos a serem realizados no exterior.

Fonte: http://www.bndes.gov.br

Como tirar sua empresa do vermelho

Fonte: Fernanda Peregrino em www.facadiferente.sebrae.com.br

A empresária Fabíola tem duas empresas: uma há treze anos e outra há três. Diz que as vendas são boas, graças à qualidade dos produtos que oferece e ao ponto centralizado do negócio. Apesar disso, segundo nossa leitora, “90% dos clientes não pagam em dia, e com o que recebo não consigo pagar os fornecedores na data certa”.

Para ajudar Fabíola, o técnico do Sebrae Roberto Rocha fez uma lista de procedimentos que podem tirar a empresária do vermelho. A dica principal é ter criatividade e criar meios de o cliente pagar sempre à vista, seja com programas de descontos para quem comprar com dinheiro ou de fidelidade. Confira:
Se a empresa está no vermelho, presumidamente o negócio não está dando LUCRO, ou seja, o volume de receitas/vendas mensais é insuficiente para pagar todas as despesas/custos, e, sendo assim, o negócio está dando um prejuízo nas suas operações. Então, será preciso:

  • aumentar as receitas/vendas;
  • diminuir as despesas.
  • analisar quais são os gastos que estão extrapolando;
  • adotar medidas para economizar nas despesas fixas – energia, telefone, água, salários, aluguel etc.
  • verificar se as retiradas mensais dos sócios (pró-labore) estão compatíveis, para evitar que tirem do Caixa da empresa mais dinheiro do que é possível;
  • avaliar cada gasto que a empresa tem. Lembre-se que é preciso ter austeridade;
É possível também que os preços cobrados pela execução dos serviços não seja suficiente para pagar as despesas Fixas + Variáveis + Financeiras, e ainda deixar LUCRO. Será necessário implantar os controles básicos de gestão na empresa e levantar se a empresa tem dívidas, com quem, quais os valores, quais os prazos para pagar etc.

Abaixo, mais sugestões:
1. Procure driblar a inadimplência, colocando os vencimentos nos primeiros dias do mês. Marque os vencimentos para antes do dia 10, preferencialmente até o quinto dia útil. Se o seu cliente recebe no início do mês, a prioridade será pagar os vencimentos mais próximos.

2.Venda à vista ou com cartão de crédito. Parece lógica esta dica, mas muitos empresários ainda acham que custa caro ter o contrato com as empresas de cartão de crédito. Realmente não é barato, mas se a sua inadimplência está acima dos 5% já compensa ter essa forma de pagamento e evitar os cheques pré-datados. Em cartão de crédito aprovado não há risco de inadimplência e sempre é possível negociar taxas menores com as administradoras.

3. Ao fornecer crédito, consulte o Serviço de Proteção ao Crédito – SPC e o Serasa. Evite vender para clientes que já estão inadimplentes em outras empresas.

4. Faça um Cartão Fidelidade, oferecendo alguns benefícios ao cliente adimplente, como descontos em próximas compras, um brinde caso as contas sejam pagas em dia até o final do contrato e etc. Procure usar a sua criatividade!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Brasil será 7ª economia em 2011, projeta Fundo Monetário Internacional

FONTE: FOLHA ONLINE

 
A presidente eleita, Dilma Rousseff, vai governar a sétima maior economia mundial, posto que o Brasil alcançará em 2011, segundo a projeção mais recente do Fundo Monetário Internacional.
Não será a primeira vez que o país terá chegado lá. A última foi em meados dos anos 90. Mas o Brasil só sustentou a sétima posição por dois anos, indo ladeira abaixo a partir de 1996 até baixar ao 12º lugar em 2002.
Desde então, a volatilidade do crescimento econômico do país diminuiu. Ou seja: o tradicional sobe e desce, ou os chamados voos de galinha, deu lugar à maior estabilidade na trajetória de expansão econômica.
O resultado é que a projeção do Fundo revisada em outubro indica que o país permanecerá no posto de sétima maior economia até, pelo menos, 2015, último ano para o qual há previsões.
Nos últimos anos, a economia brasileira ultrapassou em tamanho a canadense e a espanhola. Em 2010, quase empata com a Itália.

A implicação geopolítica para o futuro governo Dilma dessa consolidação do Brasil entre as potências econômicas pode ser resumida em um clichê: quanto maior o poder, maior a responsabilidade.
"O Brasil está ocupando a posição de países desenvolvidos e, com isso, cresce seu prestígio nas negociações internacionais", diz Ernesto Lozardo, professor de economia da Eaesp-FGV e autor do livro "Globalização - A Certeza Imprevisível das Nações".

A contrapartida é resumida por Fernando Cardim, professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro: "As responsabilidades do país continuarão aumentando e o novo governo terá de mostrar se está preparado para isso".

De acordo com especialistas, para que o peso econômico do Brasil continue se traduzindo em crescente voz política, Dilma terá de consolidar os avanços alcançados pela política externa de Lula, como a posição de maior destaque nos fóruns globais.

Mas precisará também lidar com seu legado polêmico, que inclui aproximação com o governo do Irã e críticas a dissidentes cubanos.

DÚVIDAS
Antes da posse de Dilma, já pairam sobre o novo governo dúvidas sobre seu compromisso com o tripé macroeconômico --responsabilidade fiscal, metas de inflação e câmbio flutuante-- que ajudou o Brasil a consolidar a estabilidade econômica e galgar posições no ranking de maiores economias.
Para Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco, a manutenção da política fiscal expansionista mesmo após o Brasil ter emergido da crise e a declaração recente do ministro Guido Mantega (Fazenda), que disse não haver relação entre controle do gasto público e o nível de juros no país, alimentam esses questionamentos.

"Uma política fiscal menos rigorosa torna o tripé capenga ao forçar um aumento de juros e, com isso, uma taxa de câmbio mais valorizada", diz Goldfajn.

Juros mais elevados para conter o impacto inflacionário de uma política fiscal expansionista tenderiam a prejudicar o crescimento do país nos próximos anos.

Em declarações depois da eleição, Dilma tem tentado dirimir dúvidas em relação ao seu compromisso com a responsabilidade fiscal. O mercado, por enquanto, parece estar dando à presidente eleita o benefício da dúvida.